Quem sou eu

Minha foto

André Rodrigues de Almeida (mais conhecido com André Rodrigues), nascido em 12/10/1982, na Cidade de Jaboatão dos Guararapes, no Estado de Pernambuco. É Teólogo formado pela - Escola de Teologia das Assembléias de Deus no Brasil - ESTEADEB. Foi aluno laureado no ano de 2010, e publicou o Trabalho de Conclusão de Curso pela Editora Nossa Livraria (Editora e Comércio de Livros Jurídicos Ltda), no Estado de Pernambuco no início do ano de 2011 com o Tema: O Tríplice Ofício de Cristo: Profeta, Sacerdote e Rei.

É escritor, articulista e criador de conteúdos em (Teologia em Alta, Benfica RelógiosSkinni Jeans e Leitura Saudável), além do grupo de compras e vendas (Rapidão Negociação) no Facebook. Escreve publicações voltadas para a teologia em: Teologia em Alta e no Leitura Saudável, dispõe de assuntos diversos, frases, pensamentos e comenta política cotidiana.


terça-feira, 29 de dezembro de 2015

CONCÍLIO DE NICÉIA II, EM 787 - COMO FOI? - Por André Rodrigues


Nicéia II – (24/09 a 23/10 de 787) a história da teologia oriental bizantina chegou ao auge de tensão, conflito e resolução com a grande controvérsia inconoclasta do século VIII. O herói ortodoxo desse episódio histórico é João Damasceno. A resolução acha-se num concílio final, que completou o processo da tradição autoritária da ortodoxia oriental em 787, com a declaração de que imagens santas - ícones - não devem ser rejeitadas mas, de fato, usadas no culto cristão. João passou a justificar o uso de ícones na adoração ao fazer a distinção sutil, porém, importante, entre a adoração propriamente dita de uma pessoa ou objeto e a mera veneração – um certo respeito por alguma ciosa, por ser dedicada a Deus e permeada por sua energia espiritual. A adoração absoluta, que João designou pela palavra grega latria, só pode ser prestada a Deus, ao passo que a proskynesis, ou reverência, pode ser prestada às santas imagens por que são canais sacramentais da energia divina. A maneira de João enxergar os ícones afetou profundamente o segundo Concílio de Nicéia em 787, que foi o sétimo concílio ecumênico, segundo a ortodoxia oriental. Os bispos ali reunidos decidiram pela condenação dos inconoclastas ([Do gr. eikonoklástes.] Diz-se de que destrói imagens ou ídolos; pessoa que não respeita as tradições, a quem nada parece digno de culto ou reverência.) “Anátema aos que não saúdam [veneram] as imagens santas e veneráveis. Anátema aos que chamam de ídolos as imagens sagradas”.


Principal Decisão:
Contra os inconoclastas: Há sentido e liceidade na veneração de imagens;


BIBLIOGRAFIA: História da Teologia Cristã Roger Olson Ed. Vida
Dicionário Teológico Claudionor Corrêia de Andrade CPAD
Dicionário de Aurélio B. H. F. (edição virtual)

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Jesus, deseja te salvar!

Jesus, deseja te salvar!
"Portanto, pode também salvar perfeitamente os que por ele se chega a Deus". (Hb 7.24a).

Teologia em Alta

Teologia em Alta
"Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça" (2Tm 3:16).