Quem sou eu

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André Rodrigues de Almeida (mais conhecido com André Rodrigues), nascido em 12/10/1982, na Cidade de Jaboatão dos Guararapes, no Estado de Pernambuco. É Teólogo formado pela - Escola de Teologia das Assembléias de Deus no Brasil - ESTEADEB. Foi aluno laureado no ano de 2010, e publicou o Trabalho de Conclusão de Curso pela Editora Nossa Livraria (Editora e Comércio de Livros Jurídicos Ltda), no Estado de Pernambuco no início do ano de 2011 com o Tema: O Tríplice Ofício de Cristo: Profeta, Sacerdote e Rei.

É escritor, articulista e criador de conteúdos em (Teologia em Alta, Benfica RelógiosSkinni Jeans e Leitura Saudável), além do grupo de compras e vendas (Rapidão Negociação) no Facebook. Escreve publicações voltadas para a teologia em: Teologia em Alta e no Leitura Saudável, dispõe de assuntos diversos, frases, pensamentos e comenta política cotidiana.


terça-feira, 26 de janeiro de 2010

URIM E TUMIM

Os sumos sacerdotes dos judeus, somos informados, consultavam Deus nos negócios mais importantes de seu povo, e recebiam respostas por Urim e Tumim. O que estes eram é disputado entre os críticos. Josefo, e alguns outros, imaginam que a resposta era retornada pelas pedras do peitoral mostrando-se com um brilho incomum quando era favorável, ou, em caso contrário, opaco. Outros supõem que Urim e Tumim eram algo incluso entre a dobradura do peitoral; isto alguns imaginam ser o tetragrama, ou a palavra יהוה, Jeová. Christophorus de Castro, e depois dele o Dr. Spencer, sustentam que eles são duas pequenas imagens na dobra do peitoral, que davam a resposta oracular dali por um voz articulada. Conseqüentemente, eles os derivam dos egípcios, que consultavam seus espíritos, e tinham um oráculo, ou terafim, que eles chamavam Verdade. Esta opinião, entretanto, tem sido suficientemente refutada pelo erudito Dr. Pococke e por Witsius. A opinião mais comum entre os cristãos referente ao oráculo por Urim e Tumim, e que o Dr. Prideaux expõe é que quando o sumo sacerdote aparecia diante do véu, vestido com seu éfode e peitoral, para pedir conselho de Deus, a resposta era dada com uma voz audível do propiciatório, dentro do véu; mas, tem sido observado, que este relato de forma alguma concordará com a história de Davi quando consulta o oráculo através de Abiatar, 1Sm 23.9, 11; 30.7-8; porque a arca, sobra a qual estava o propiciatório, estava então em Quiriate-Jearim; enquanto Davi estava em um caso em Ziclague, e no outro no bosque de Herete. Braunius e Hottinger adotaram uma outra opinião: eles supõem que quando Moisés é comandado para colocar no peitoral o Urim e Tumim, significando luzes e perfeições no plural, pretendia-se que ele devesse escolher o mais perfeito conjunto de pedras, e as polisse a ponto de dar o brilho mais radiante; e, nesta hipótese, o uso do Urim e Tumim, ou destas jóias intensamente polidas, era somente para ser um símbolo da presença divina, e da luz e perfeição da inspiração profética; e, como tal, constantemente ser usado pelo sumo sacerdote no exercício de sua sagrada função, especialmente ao consultar o oráculo.
Michaelis observa: Que ao fazer distribuições de propriedade, e nos casos de disputas relativas a meum [meu] e tuum [seu], recorria-se à sorte, por falta de qualquer outro meio de decisão, naturalmente será admitido. Toda a terra foi repartida por sorte; e que, nos tempos vindouros, a sorte continuava a ser usada, mesmo nos tribunais de justiça, vemos de Pv 16.33; 18.18; onde somos expressamente instruídos a lembrar que é a Providência que faz a escolha, e que por essa razão devemos estar satisfeitos com a decisão da sorte, como a vontade de Deus. Era para propósitos judiciais, em particular, que a sorte sagrada chamada Urim e Tumim era empregada; e por causa disto a bolsa suntuosamente adornada, em que o sacerdote carregava esta sorte sagrada sobre seu peito, era chamada o ornamento judicial. “Mas esta sorte sagrada era usada igualmente nos julgamentos criminais?” Sim, diz Michaelis, somente para descobrir os culpados, para provar a culpa deles; pois nos dois únicos exemplos de seu uso nos casos que ocorrem em toda a Bíblia, a saber, em Js 7.14-18, 1Sm 14.37-45, encontramos as confissões dos dois réus, Acã e Jônatas, acrescentadas. Parece também ter sido usada somente no caso de um juramento que todo o povo tinha feito ser transgredido, ou o líder da multidão em nome dela, mas não no caso de outros crimes; pois um assassinato desconhecido, por exemplo, não devia ser descoberto recorrendo-se à sorte sagrada.



O interior do santuário, dentro do véu do tabernáculo, observa o Dr. Hales, ou o lugar santíssimo, era chamado o oráculo, 1Re 6.16, porque lá o Senhor conversava intimamente com Moisés, face a face, e lhe dava instruções nos casos de dificuldade legal ou súbita emergência, Êx 25.22; Nm 7.89; 9.8; Êx 33.11; um alto privilégio que não foi concedido a nenhum de seus sucessores. Após a morte de Moisés, um modo diferente foi estipulado para consultar o oráculo pelo sumo sacerdote, que vestia “o peitoral do juízo,” uma peça principal do traje pontifical, no qual estavam gravadas as palavras Urim e Tumim, emblemáticas da iluminação divina; como a inscrição em sua mitra, “Santo ao Senhor,” era da santificação, Êx 28.30-37; Lv 8.8. Dessa forma equipado, ele se apresentava diante do Senhor para pedir conselho sobre questões públicas, não no interior do santuário, que ele não se atrevia a entrar, exceto no grande dia da expiação nacional, mas fora do véu, com sua face voltada para a arca da aliança, dentro; e atrás dele, a alguma distância, fora do santuário, ficava Josué, o juiz, ou a pessoa que queria a resposta, que parece ter sido dada com uma voz audível de dentro do véu, Nm 27.21, como no caso de Josué, 6.6-15; dos israelitas durante a guerra civil com Benjamim, Jz 20.27-28; na ocasião da nomeação de Saul para ser rei, quando ele se escondeu, 1Sm 10.22-24; de Davi, 1Sm 22.10; 23.2-12; 30.8; 2Sm 5.23-24; de Saul, 1Sm 28.6. Este modo de consulta manteve-se sob o tabernáculo erigido por Moisés no deserto, e até a construção do templo de Salomão; depois do qual não encontramos nenhum exemplo dele. Os oráculos do Senhor foram desde então proferidos pelos profetas; como por Aías a Jeroboão, 1Re 11.29; por Semaías a Roboão, 1Re 12.22; por Elias a Acabe, 1Re 17.1; 21.17-29; por Micaías a Acabe e Joesafá, 1Re 22.7; por Eliseu a Jeosafá e Jorão, 2Re 3.11-14; por Isaías a Ezequias, 2Re 19.6-34; 20.1-11; por Hulda a Josias, 2Re 22.13-20; por Jeremias a Zedequias, Jr 32.3-5, e outros. Após o cativeiro babilônico, e os últimos dos profetas, Ageu, Zacarias e Malaquias, o oráculo cessou; mas seu restabelecimento foi predito por Esdras, 2.63, e consumado por Cristo, que foi ele mesmo o oráculo, sob a velha e a nova aliança, Gn 15.1; Jo 1.1.


FONTE:Dicionários - Richard Watson - Dicionário Bíblico e Teológico/ Artigo extraído do Blog Arminianismo.com

domingo, 24 de janeiro de 2010

MATEUS, QUEM FOI ESTE DISCÍPULO?

Filho de Alfeu; um cobrador de impostos por profissão; escolhido por Jesus para ser um dos doze apóstolos; creditado pela autoria do evangelho de Mateus.

Mateus é listado em cada uma das quatro listas de nomes dos doze discípulos encontradas em Mateus 10:3; Marcos 3:18; Lucas 6:15 e Atos 1:13. Com exceção destas listas, Mateus é mencionado somente quando Cristo o chama. (Mateust 9:9; Marcos 2:13-14; Lucas 5:27). Antes de ser chamado como apóstolo, os evangelhos referem-se a Mateus como Levi (Marcos 2:14; Lucas 5:27; comparar Mateus 9:9). Não há a menor dúvida que Levi e Mateus eram a mesma pessoa. A identidade de Levi como Mateus é inquívoca. É improvável que Mateus era o irmão de Tiago, o mais moço, cujo pai tambem chamava-se Alfeu (Mateus 10:3). Este fato teria sido mencionado nas escrituras, como no caso de Pedro e André e os filhos de Zebedeu.

Mateus servia ao rei Herodes em Cafarnaum na Galiléia, coletando impostos sobre os produtos que passavam da estrada de Damasco para o Mar Mediterrâneo. Por realizar este tipo de trabalho, Mateus devia ser um homem educado, familiar com a língua grega, assim como nativo na língua aramaica, o que o qualificou a escrever o evangelho de Mateus. Como um cobrador de impostos, Mateus devia ser um homem rico, mas sua ocupação fazia com que fosse desprezado pelos judeus e considerado como uma das pessoa mais baixas. Os fariseus falavam consistentemente de cobradores de impostos da mesma forma que falavam dos pecadores (Mateus 11:19; Marcos 2:16; Lucas 7:34; 15:1).

Mateus foi chamado quando estava trabalhando, no lugar onde os impostos eram pagos. Jesus passou por ele e disse: "segue-me" (Marcos 2:14). Mateus deixou tudo e o seguiu (Lucas 5:28). Imediatamente Mateus ofereceu a Jesus um grande banquete em sua casa e vários cobradores de impostos e outras pessoas juntaram-se a eles. Foi nesta festa que os fariseus e os mestres da lei fizeram a tão famosa reclamação: "Por que vocês comem e bebem com os cobradores de impostos e com outras pessoas de má fama?" (Lucas 5:29-32, NTLH). Não se sabe bem ao certo quando Mateus foi chamado, mas é provável que os primeiros seis discípulos estavam presentes no dia da festa já que os fariseus reclamaram para os discípulos de Cristo.

Ao contrário dos primeiros homens que Jesus chamou, Mateus não era originalmente um seguidor de João Batista.

FONTE: ILUMINA

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

(SÍNTESE) CIDADE DE JERICÓ


Jericó foi a primeira cidade que os israelitas conquistaram na terra prometida. Esta torre em Jericó foi construída em torno de 6.850 a.C., muito antes dos israelitam invadirem a cidade.


Jericó era uma cidade antiga do lado oeste do Rio Jordão. O nome Jericó pode ser ligado ao nome antigo do deus lua Cananita. O nome Hebreu que se refere a lua, mês, lua nova e Jericó são muito parecidos. Outros associam com as palavras espírito ou cheiro. Eles acham que os aromas agradáveis das frutas e especiarias que cresciam neste oásis tiveram influência ao dar nome ao lugar. O Velho Testamento ocasionalmente a chama de "a cidade das palmeiras" (por exemplo, Deuteronômio 34:3; 1 Crônicas 28:15).

NO VELHO TESTAMENTO

A Jericó do Velho Testamento, é mais conhecida como a primeira cidade tomada pelos Israelitas através do milagre da queda dos muros. Israel passou algum tempo na margem do Rio Jordão, nas planícies de Moab (Números 22:1; 26:3; 63). Lá eles definiram Jericó como o primeiro objetivo militar na conquista. Josué enviou espias para inspecionar a terra e a cidade. Raab, uma prostituta, deixou-os entrar e mais tarde os tirou de lá. Por causa de sua cooperação ela e a sua família foram poupada quando Israel destruiu a cidade (Josué 2:1; 6:1). A queda da cidade em si, se deu depois que os israelitas marcharam em volta dela em silêncio, exceto pelo barulho contínuo das trombetas, um vez ao dia por seis dias e depois sete vezes no sétimo dia. Ai então, quando os sacerdotes tocaram as trombetas, o povo gritou e os muros caíram.

Josué amaldiçoou qualquer um que tentasse reconstruir a cidades de Jericó (Josué 6:26). A maldição se consumou quinhentos anos mais tarde quando Hiel reconstruiu a cidade e seus dois filhos morreram por conta disso (1 Reis 16:34).

Jericó se encontrava no território de Benjamin, porém era na divisa com a parte norte do território de Efraim (Josué 16:1; 7; 18:12,21). A cidade reaparece em diferentes episódios espalhados pelo resto do Velho Testamento. Em 2 Samuel 10:5 (veja também 1 Crônicas 19:5) mandou que seus embaixadores humilhados esperassem lá até que suas barbas tivessem crescido novamente. Servia também como uma espécie de quartel general para Elias e aparentemente era também aonde vivia um grupo de profetas (2 Reis 2:5; compare 1 Samuel 10:5). No tempo de Acaz aconteceu ali o retorno de alguns prisioneiros (2 Crônicas 28:15). Quando Jerusalém caiu em 586 BC, o rei Zedequias, fugiu para um lugar perto de Jericò, mas foi pego pelos Babilônios. As últimas referências a Jericó estão na listagem de censo de Esdras (Esdras 2:34) e Neemias (Neemias 7:36). Homens de Jericó também ajudaram a reconstruir o muro de Jerusalém (Neemias 3:2).

NO NOVO TESTAMENTO

A Jericó do Novo Testamento foi construída por Herodes ela se localizava mais de 1,6 Km para o sul da Jericó do Velho Testamento. É possível entender os episódios em que Jesus curou os homens cegos nas escrituras, quando entendemos que Jesus estava passando pela Jericó antiga (Mateus 20:29; Marcos 10:46) e se aproximando da Jericó de Herodes (Lucas 18:35). Quando Jesus passava por Jericó (Lucas 19:1) ele conheceu e comeu com Zaqueu, um rico coletor de impostos da nova Jericó Romana. A cidade também aparece na parábola do Bom Samaritano (Lucas 10:30-37).

REGISTROS PÓS-BíBLICOS

Enquanto a Jericó antiga era uma cidade sem grande importância, a Jericó de Herodes era uma cidade linda e de muita importância. Porém até esta cidade desmoronou com o declínio da influência Romana no Oriente Médio. Muito do que sabemos da cidade vem de escrituras de peregrinos. Eles muitas vezes falam sobre coisas que viram e que tem alguma importância bíblica, tais como a árvore aonde Zaqueu subiu. Porém, eles também falam que Jericó era um vilarejo Mulçumano sujo e desgraçado. A cidade era assim até pouco tempo atrás, quando cresceu em tamanho e importância.

FONTE: ILÚMINA

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

(SÍNTESE) CRENTES BATISTAS, ORIGEM;

BATISTAS

É atualmente uma das maiores denominações protestantes no mundo, mas começou como um ramo de religiosos dissidentes. Através dos quatro últimos séculos, a paixão dos Batistas pela fé bíblica, seu espírito missionário e seu senso de separação entre Igreja e Estado têm sido traços marcantes do testemunho cristão no mundo.

ORIGENS

Considerado o primeiro batista, John Smyth se batizou na Holanda em 1608. Era um ministro independente da Inglaterra que sofreu perseguição e se ligou a alguns menonitas holandeses, que seguiam grande parte da tradição dos Anabatistas do século anterior. Smyth desejava se desarraigar da tradição da igreja e ansiava pela simplicidade da igreja do Novo Testamento. Importante entre suas interpretações bíblicas era a necessidade do "batismo do crente", em contra-posição ao batismo infantil das igrejas inglesas. Depois de reunir um pequeno grupo de pessoas que tinham o mesmo pensamento, Smyth morreu, deixando seu companheiro Thomas Helwys retornar à Inglaterra com esse novo "rebanho" de batistas, onde outras pessoas já estavam adotando as mesmas idéias teológicas. As reformas de Oliver Cromwell criaram uma atmosfera de liberdade e influência para Congregacionalistas e Independentes, incluindo os Batistas. Por volta de 1660, havia 300 igrejas batistas no país.

Enquanto isso, na América, Roger Williams meteu-se em dificuldades com os Puritanos: liberdade de consciência era seu tema principal e os líderes das colônias o consideravam um perigoso cismático. Banido de Massachussetts em 1635, Williams foi para o sul, fixando-se num povoado ao qual chamou Providência e estabelecendo a colônia de Rhode Island. Lá fundou uma igreja Batista em 1638, considerada a primeira da América.

CARACTERíSTICAS

Desde o início, independência tem sido a marca da fé Batista. Como resultado, a história organizacional do movimento é um tanto confusa, com várias congregações se autodenominando Batistas sem qualquer conexão oficial. Igrejas locais tinham autonomia, o que significa que nenhum papa ou bispo exercia poder sobre elas. Embora não houvesse um único credo Batista, as igrejas rapidamente começaram a fazer associações entre si, adotando confissões de fé que lhes eram comuns, tal como a Confissão de Londres de 1644.

Com é de se esperar, o batismo se destacou como a principal característica dos Batistas. Como os Anabatistas, que lhe antecederam, os Batistas viam esse rito como uma declaração consciente de fé em Cristo. Não era um banho para tirar o pecado, nem um selo da aliança, mas uma representação simbólica da unidade do crente com Cristo na morte e na ressurreição. Acreditavam que crianças não podiam fazer essa decisão, somente aqueles que tinham maturidade para saber em que criam.

Enquanto a maioria dos batistas hoje pratica o batismo por imersão, devido grandemente a sua força simbólica, os primeiros Batistas costumavam aspergir ou derramar água ocasionalmente.

Da mesma forma que rejeitam os rituais na igreja, eles preservam uma segunda observância junto com o batismo: a Ceia do Senhor. (Muitos Batistas são cuidadosos em chamá-las de duas "ordenanças" da igreja em vez de "sacramentos". Isto é, não têm nenhum valor de salvação em si próprias, mas foram ordenadas no Novo Testamento.) A visão Batista da Ceia do Senhor se assemelha à do batismo - é simbólica. Os Batistas geralmente enfatizam que o poder da Comunhão vem da "lembrança", e não em transubstanciação ou mesmo consubstanciação. Os fiéis relembram o sacrifício de Cristo quando celebram a refeição sagrada.

Ainda mais, a América deve aos Batistas o foco na nova noção de liberdade religiosa.

Eles se comprometeram com uma Igreja independente do controle do Estado.

O CRESCIMENTO DA DENOMINAÇÃO

Depois de um período de estagnação, os Batistas foram despertados pelo movimento das missões. Em 1792, um sapateiro pobre se tornou pastor na Inglaterra e publicou um artigo conclamando para a evangelização das pessoas de outras terras. William Carey pediu a seu rebanho que o mandasse para a índia, onde serviu por quatro décadas. Ele é chamado o "Pai das Missões Modernas", já que seus esforços corajosos provocaram um novo espírito missionário. Os Batistas da América mais tarde enviaram Adoniram e Ann Judson para Burma como missionários pioneiros. Naturalmente a própria América era um crescente campo missionário. A simplicidade da fé Batista, bem como seu espírito independente, se ajustaram perfeitamente com a mentalidade pioneira. A igreja também encontrou guarida no Sul, onde se tornou ponto de apoio da comunidade livre afro-americana depois da Guerra Civil.

Brilhantes pregadores, como Charles Haddon Spurgeon e Billy Graham que se baseavam simplesmente nas verdades bíblicas, compõem a galeria de pregadores batistas que encantava as multidões. Martin Luther King Jr., também pregador batista, tornou-se conhecido por lutar em favor da igualdade racial.

A independência dos Batistas possibilitou a formação de pequenos grupos que ministram a seus semelhantes conforme a etnia, nacionalidade ou grupo cultural, o que gerou uma diversidade na interpretação de alguns aspectos teológicos e sociais.

FONTE: ILÚMINA
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