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André Rodrigues de Almeida (mais conhecido com André Rodrigues), nascido em 12/10/1982, na Cidade de Jaboatão dos Guararapes, no Estado de Pernambuco. É Teólogo formado pela - Escola de Teologia das Assembléias de Deus no Brasil - ESTEADEB. Foi aluno laureado no ano de 2010, e publicou o Trabalho de Conclusão de Curso pela Editora Nossa Livraria (Editora e Comércio de Livros Jurídicos Ltda), no Estado de Pernambuco no início do ano de 2011 com o Tema: O Tríplice Ofício de Cristo: Profeta, Sacerdote e Rei.

É escritor, articulista e criador de conteúdos em (Teologia em Alta, Benfica RelógiosSkinni Jeans e Leitura Saudável), além do grupo de compras e vendas (Rapidão Negociação) no Facebook. Escreve publicações voltadas para a teologia em: Teologia em Alta e no Leitura Saudável, dispõe de assuntos diversos, frases, pensamentos e comenta política cotidiana.


sexta-feira, 26 de novembro de 2010

O ESTABELECIMENTO DO SUSTENTO PASTORAL NO ANTIGO E NOVO TESTAMENTOS - Por André Rodrigues

É comum o conhecimento de que toda estrutura carece de líderes. Na nação de Israel não era diferente. Não quero dizer com isso, líder social, político, ou coisa semelhante, mas desejo limitar-me, a líderes espirituais a frente do rebanho de Deus, que são os Seus pastores. Neste contexto, veterotestamentário, a nomenclatura não se define desta maneira, e sim sacerdotes, e ainda numa escala generalizada, poderiam incluir os levitas, que também serviam no Templo.

Entretanto, restringindo-se a figura do sacerdote, como representante do povo diante de Deus e líder espiritual da congregação, Deus faz compreensão aos tais que deveriam manter-se firmes no trabalho espiritual em detrimento ao secular. Considerando que os sacerdotes eram os servos espirituais do povo, não podiam trabalhar para ganhar a vida da mesma maneira que os outros (1) . Por isso, o Senhor, cria um ambiente favorável a que o sacerdote fosse sustentado pela congregação de Israel, a fim de poderem assistir da melhor maneira possível àquele povo.
De acordo com Vine (2) , um sacerdote, “kõhen”, “é ministro autorizado da deidade, que ministra no altar e em outros ritos cultuais”. Além disso: “cumpre deveres sacrificais, ritualistas e mediadores. Ele representa o povo diante de Deus”. Em presença de tais responsabilidades perante Deus e o povo é mister que este representante receba sua uma porção cabível ao seu sustento. Em Números 18, quando o Senhor se dirige a Arão, diz: “[...] E eu, eis que te tenho dado a guarda das minhas ofertas alçadas, com todas as coisas santas dos filhos de Israel; por causa da unção as tenho dado a ti e a teus filhos por estatuto perpétuo” (v. 8).
E, em outro lugar se diz:

Os sacerdotes levitas, toda a tribo de Levi, não terão parte nem herança em Israel; das ofertas queimadas do Senhor e da sua herança comerão. Pelo que não terão herança no meio de seus irmãos; o Senhor é a sua herança, como lhe tem dito. Este, pois, será o direito dos sacerdotes, a receber do povo, dos que sacrificarem sacrifício, seja boi ou gado miúdo: que darão ao sacerdote a espádua, e as queixadas, e o bucho. Dar-lhe-ás as primícias do teu cereal, do teu mosto e do teu azeite e as primícias da tosquia das tuas ovelhas. Porque o Senhor, teu Deus, o escolheu de todas as tuas tribos, para que assista a servir no nome do Senhor, ele e seus filhos, todos os dias. (Dt. 18.1-5, ARC).

sábado, 20 de novembro de 2010

FLÁVIO JOSEFO

Flavius Josephus era um oficial militar e um historiador (37-100 DC). Josefus nasceu em uma família sacerdotal aristocrata de Jerusalém. Ele tinha parentesco, pelo seu lado materno, com os Hasmonean. Na sua juventude , ele chamava atenção por causa de sua memória e facilidade no aprendizado. Quando adolescente, ele se afiliou a um setor ascético (aquele que se nega fisicamente para ficar mais forte espiritualmente). Depois disso ele se tornou um fariseu.

Em 64 DC, Josephus era membro de um partido mandado a Roma para proteção e libertação de alguns sacerdotes. A capital do Império causou uma impressão indelével nele. Após o seu retorno a Jerusalém, estorou a primeira revolta judaica (66 DC) O Sinédrio apontou Josephus como o comandante da Galiléia. Ele organizou bem a província, no entanto contraiu a oposição de John de Gischala, o ex-líder da Galiléia. O conflito entre as tropas desses dois homens continuou até a chegada do                                                                     general romano Vespasian na primavera de 67.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

PHILIPP JAKOB SPENER


(1635–1705)

Líder e Reformador Alemão Luterano Pietista
Spener nasceu na vila alsaciana de Rappoltstein quando a "Guerra dos Trinta Anos" estava em seu auge.
O clima espiritual poderia ser precisamente descrito como seco, formal - uma religião de mente disciplinada. Os ministros eram treinados nas proposições do luteranismo ortodoxo e na arte do debate filosófico, ferramentas necessárias para defender os fiéis de sua teologia mecânica. Os que mais se assemelhavam a eles na Reforma, os calvinistas, e a Igreja Católica Romana ambos eram considerados inimigos da verdadeira fé. Os debates eram numerosos; a igreja cristã foi dividida. O luteranismo nos dias de Spener se degenerou para uma religião intelectual e tinha pouca relevância para o homem comum.

Spener cresceu numa atmosfera altamente protetora e profundamente religiosa. Quando jovem era um leitor ávido e seu livro favorito depois da Bíblia era Cristianismo Verdadeiro, de Johann Arndt. Este livro contribuiu muito para formar o pensamento de Spener, abordando o limitado valor da doutrina ortodoxa e a importância de uma vida piedosa e do amor atuante. Spener começou a estudar teologia em Strassburg, onde foi aluno do rigoroso luterano J.K. Dannhauer (1651-1659). Depois ele passou alguns anos como estudante itinerante (1659-1662), em Basle, Geneva, Stuttgart e Tübingen. Em Geneva entrou em contato com a teologia da Reforma e Jean de Labadie, que pregava as doutrinas do arrependimento e da regeneração. Todas essas experiências contribuíram para a formação da vida e do pensamento de Spener.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

SINAGOGAS (SÍNTESE)


VISÃO GERAL

A sinagoga era a casa de adoração dos judeus. Era um prédio ou um lugar usado pelos judeus para se encontrar, estudar e orar.

AS ORIGENS E A HISTÓRIA PRIMITIVA

Não sabemos exatamente como ou quando a sinagoga começou. O templo onde os judeus adoravam em Jerusalém foi destruído pelos babilônios em 586 A.C. O povo que permaneceu na cidade e em volta dela ainda precisava se encontrar para adorar. Eles queriam continuar ensinando a lei e a mensagem dos profetas. Os judeus de outros lugares tinham necessidades parecidas. As sinagogas devem ter tido a sua origem em tal situação. Em Neemias 8:1-8 a comunidade de exilados se juntou em Jerusalém. Esdras, o escriba, trouxe a lei, a leu de um púlpito de madeira e deu a interpretação para que o povo entendesse a leitura. Quando Esdras abençoou o Senhor, o povo abaixou suas cabeças e adorou. Esses se tornaram os elementos básicos da adoração na sinagoga. A primeira evidência clara de uma sinagoga vem do Egito no século 3 A.C.

AS SINAGOGAS NA ÉPOCA DO NOVO TESTAMENTO

As escrituras dão a impressão de muitas sinagogas existentes na Palestina. Jesus freqüentemente ensinava em sinagogas (veja Mateus 4:23; Mateus 9:35), especialmente durante o seu ministério galileu. Em João 18:20, Jesus falou em seu julgamento diante do sumo sacerdote: "Eu tenho falado abertamente ao mundo; eu sempre ensinei nas sinagogas e no templo, onde todos os judeus se congregam," (RSV).

O livro de Atos se refere a sinagogas em Jerusalém (Atos 6:9), Damasco (Atos 9:2), Chipre (Atos 13:5), Antioquia (Atos 13:14; 14:1), Macedônia e Grécia (Atos 17:1, 10, 17; 18:4) e Éfeso (Atos 19:8)
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