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André Rodrigues de Almeida (mais conhecido com André Rodrigues), nascido em 12/10/1982, na Cidade de Jaboatão dos Guararapes, no Estado de Pernambuco. É Teólogo formado pela - Escola de Teologia das Assembléias de Deus no Brasil - ESTEADEB. Foi aluno laureado no ano de 2010, e publicou o Trabalho de Conclusão de Curso pela Editora Nossa Livraria (Editora e Comércio de Livros Jurídicos Ltda), no Estado de Pernambuco no início do ano de 2011 com o Tema: O Tríplice Ofício de Cristo: Profeta, Sacerdote e Rei.

É escritor, articulista e criador de conteúdos em (Teologia em Alta, Benfica RelógiosSkinni Jeans e Leitura Saudável), além do grupo de compras e vendas (Rapidão Negociação) no Facebook. Escreve publicações voltadas para a teologia em: Teologia em Alta e no Leitura Saudável, dispõe de assuntos diversos, frases, pensamentos e comenta política cotidiana.


domingo, 2 de janeiro de 2011

ARQUEOLOGIA E A BÍBLIA (SÍNTESE)

VISÃO GERAL

Arqueologia é a ciência que recupera e estuda o que os homens deixaram para trás. O que alguns podem considerar lixo imprestável, os arqueólogos bíblicos consideram pistas valiosas para a história bíblica.

Algumas pistas encontram-se enterradas em diferentes níveis em montes, outras sobrevivem como ruínas ou monumentos resistentes ao tempo. Muitas das descobertas são descritas em línguas antigas. Outros "achados" são remanescentes da vida quotidiana: cerâmica, madeira, miudezas, brinquedos, enfeites, fragmentos ocasionais de tecido e armas enferrujadas. Cada um desses itens é parte de uma estória - a estória das pessoas que um dia as usaram ou fizeram. Essas descobertas freqüentemente transformam teorias sobre o modo de vida das pessoas em fatos. Algumas vezes, essas descobertas transformam "fatos" há muito tempo aceitos em ficção. Apesar de tudo, elas formam a base do estudo da arqueologia.

DESCOBERTAS


Muitas descobertas arqueológicas excepcionais aconteceram de maneira totalmente acidental. Em Ras Shamra, na Síria, um arado de lavrador golpeou uma tumba que levou à descoberta do antigo lugarejo de Ugarit. Um beduíno, em busca de uma cabra perdida descobriu uma caverna em Qumran que continha pergaminhos do Mar Morto. Em 1887, uma egípcia encontrou as lápides de Amarna enquanto procurava tijolos em decomposição para usar como fertilizante. Em 1945, coletando excremento de pássaros nas cavernas próximas a Nag Hammadi, egípcios descobriram importantes manuscritos sobre uma seita religiosa popular chamada Gnosticismo. Esses achados ocasionais, entretanto, não são a norma.


Na moderna arqueologia , cientistas identificam potenciais sítios, que são cuidadosamente pesquisados, fotografados do espaço aéreo e testados com relação a metais e outras anomalias subterrâneas. Há necessidade de complexo equipamento eletrônico. Os artefatos recuperados são datados de acordo com o nível em que foram achados no sítio. Outros métodos de identificação da data são também usados, incluindo o radiocarbono. O objetivo é apresentar uma figura apurada cronologicamente desses artefatos e também do próprio sítio.

O arqueólogo e o estudante do Oriente Próximo olham para esse testemunho de vida ancestral imaginando que estão lidando com dados reais e objetivos. Embora obviamente isso seja campo para alguma especulação ou diferença de opinião, os objetos são silenciosos, mas testemunhos reais em relação a pessoas e eventos do passado. As relíquias, entretanto, precisam ser entendidas propriamente como evidências e não serem manipuladas para satisfazer alguma interpretação especulativa de história, cultura ou religião. A arqueologia do Oriente Próximo pode nos ajudar a entender as Escrituras possibilitando dados objetivos do passado.

Se, por exemplo, um artefato contendo pinturas ou outras formas de escrita está datado de 3.000 AC aproximadamente, isto por si só nos diz que a comunicação escrita naquela região se remonta àquele período. Agora sabemos que os primeiros escritores do material do Velho Testamento poderiam facilmente compor e escrever todas as narrativas que lhes foram creditadas. Antes dessas descobertas alguns acreditavam que Moisés não poderia ter escrito o Pentateuco porque a escrita não havia sido inventada nos seus dias. De fato, descobertas arqueológicas mostraram que Moisés poderia ter escrito em hieróglifos egípcios, escrita cuneiforme (da Babilônia) e diversas línguas cananitas (dentre elas o hebraico) .

Às vezes é difícil conciliar algumas interpretações aceitas de dados arqueológicos e a evidência das Escrituras. Alguns conflitos, entretanto, tendem a diminuir visivelmente à proporção que novas informações se aproximam. A princípio o arqueólogo não tem interesse particular em "provar a verdade" das Escrituras e obviamente é impossível para uma pá ou uma colher provarem ou não as revelações e afirmações espirituais das Escrituras. Mas é razoável dizer que a arqueologia valida a história hebraica e explica muitos termos e tradições anteriormente obscuros, tanto do Velho como do Novo Testamento. Isso propicia um autêntico pano de fundo para as profecias culminando em Jesus.

A Palavra de Deus é verdade, independente da descoberta do homem. Entretanto, parece que a arqueologia é frequentemente um meio através do qual Deus nos permite abrir a cortina para ver a verdade com nossos próprios olhos.


Artigo extrído da ILÙMINA.

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