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André Rodrigues de Almeida (mais conhecido com André Rodrigues), nascido em 12/10/1982, na Cidade de Jaboatão dos Guararapes, no Estado de Pernambuco. É Teólogo formado pela - Escola de Teologia das Assembléias de Deus no Brasil - ESTEADEB. Foi aluno laureado no ano de 2010, e publicou o Trabalho de Conclusão de Curso pela Editora Nossa Livraria (Editora e Comércio de Livros Jurídicos Ltda), no Estado de Pernambuco no início do ano de 2011 com o Tema: O Tríplice Ofício de Cristo: Profeta, Sacerdote e Rei.

É escritor, articulista e criador de conteúdos em (Teologia em Alta, Benfica RelógiosSkinni Jeans e Leitura Saudável), além do grupo de compras e vendas (Rapidão Negociação) no Facebook. Escreve publicações voltadas para a teologia em: Teologia em Alta e no Leitura Saudável, dispõe de assuntos diversos, frases, pensamentos e comenta política cotidiana.


sexta-feira, 1 de outubro de 2010

ABOMINAÇÃO

Este termo foi usado em relação aos hebreus, que, sendo pastores, dizem terem sido uma abominação aos egípcios, pois eles sacrificavam os animais considerados sagrados por aquele povo, como bois, bodes, ovelhas, etc., o que os egípcios consideravam ilícito. Esta palavra também é empregada nas Escrituras Sagradas com referência à idolatria e aos ídolos, não apenas porque a adoração de ídolos é em si uma coisa abominável, mas igualmente porque as cerimônias dos idólatras eram quase sempre de natureza infame e licenciosa. Por esta razão, Crisóstomo afirma que todo ídolo, e toda imagem de um homem, era chamada abominação entre os judeus. Alguns intérpretes supõem que a “abominação da desolação” predita pelo profeta Daniel 10.27, 11.31, denota a estátua de Júpiter Olímpio, que Antíoco Epifânio mandou construir no templo de Jerusalém. A segunda passagem citada acima pode provavelmente referir-se a esta circunstância, visto que a estátua de Júpiter, de fato, “desolava,” ao banir a verdadeira adoração de Deus, e aqueles que a praticavam, do templo. Mas a primeira passagem, considerada em todo seu contexto, tem relação mais imediata com aquilo que os evangelistas denominaram a “abominação da desolação,” Mt 24.15, 16; Mc 13.14. Isto, sem dúvida, significa as bandeiras dos exércitos romanos sob o comando de Tito, durante o último cerco de Jerusalém. As imagens de seus deuses e imperadores eram esboçadas nestas bandeiras, e as próprias bandeiras, especialmente as insígnias, que eram carregadas à frente dos regimentos, eram objetos de adoração, e, de acordo com o uso comum da Escritura, elas eram portanto uma abominação. Essas bandeiras foram colocadas sob as ruínas do templo depois que ele foi tomado e demolido, e, como Josefo nos informa, os romanos sacrificaram a elas lá. O horror com que os judeus as consideravam, suficientemente aparece do relato que Josefo dá de Pilatos introduzindo-as na cidade, quando ele enviou seu exército de Cesaréia às bases de inverno em Jerusalém, e de Vitélio propondo marchar pela Judéia, depois de ter recebido ordens de Tibério para atacar Aretas, rei de Petra. O povo suplicava, protestava e induzia tanto Pilatos a retirar o exército quanto Vitélio a pôr em marcha suas tropas para outro caminho. Os judeus aplicaram a passagem de Daniel acima aos romanos, como nos informa Jerônimo. O erudito Sr. Mede é da mesma opinião. Sir Isaac Newton, Obs. on Daniel xi, xii, observa que no décimo sexto ano do imperador Adriano, 132 a.C., os romanos cumpriram a predição de Daniel ao construir um templo a Júpiter Capitolino onde o templo de Deus em Jerusalém estava localizado. Nesta ocasião, os judeus, sob a direção de Barcochab, pegaram em armas contra os romanos, e na guerra tiveram cinquenta cidades demolidas, novecentas e oitenta e cinco de suas melhores vilas destruídas, e quinhentos e oitenta mil homens mortos à espada, e no final da guerra, 136 a.C., eles foram banidos da Judéia sob pena de morte, e desde então a terra permaneceu desolada de seus antigos habitantes. Outros ainda têm aplicado a predição de Daniel à invasão e desolação do Cristianismo pelos muçulmanos, e à sua conversão das igrejas em mesquitas. Desta interpretação eles inferem que a religião de Maomé prevalecerá no oriente mil e duzentos e sessenta anos, e será seguida pela restauração dos judeus, a destruição do Anticristo, a completa conversão dos gentios à igreja de Cristo, e o início do milênio.

Em geral, o que quer que seja moral ou cerimonialmente impuro, ou leva ao pecado, é denominado uma abominação a Deus. Assim, lábios mentirosos dizem ser uma abominação ao Senhor. Tudo em doutrina ou prática que tendia a corromper a simplicidade do Evangelho é também na Escritura chamado abominável; por essa razão Babilônia é representada, Ap 17.4, como segurando em sua mão um cálice “cheio das abominações.” Nesta opinião, “causar abominação,” é introduzir idolatria, ou qualquer outra grande corrupção, na igreja e na adoração de Deus, 1Re 11.7.

Artigo extraído do Blog Arminianismo.com

Disponível no link: http://www.arminianismo.com/index.php?option=com_content&view=article&id=479:abominacao&catid=74&Itemid=100029
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